<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Rogério Garcia - Desenvolvimento e Tecnologia.</title>
	<atom:link href="http://www.rogeriogarcia.com/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.rogeriogarcia.com</link>
	<description>Desenvolvimento, Engenharia de Sofware, CakePHP, PHP, Java, UML.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 18 Dec 2011 21:42:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Intranet</title>
		<link>http://www.rogeriogarcia.com/2011/web/intranet.html</link>
		<comments>http://www.rogeriogarcia.com/2011/web/intranet.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 21:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogerio Garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[internet privada]]></category>
		<category><![CDATA[Intranet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rogeriogarcia.com/?p=233</guid>
		<description><![CDATA[Este artigo teve início em 2009, no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.  O título deste foi um dos temas abordados na aula de Automação de Negócios. Resolvi postá-lo para que possa ser mais uma fonte de consulta na Internet (praticamente informações infinitas). Foram feitas algumas pequenas alterações do original. Segue a lista dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; font-size: 10ox;"><em>Este artigo teve início em 2009, no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.  O título deste foi um dos temas abordados na aula de Automação de Negócios.</em></p>
<p style="text-align: center; font-size: 10ox;"><em>Resolvi postá-lo para que possa ser mais uma fonte de consulta na Internet (praticamente informações infinitas). Foram feitas algumas pequenas alterações do original. Segue a lista dos autores e amigos: Pedro Duarte, Rafael Desidério, Rodrigo Machado, Rogério Garcia, Thiago Silvestre e Willian Costa.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma Intranet é em essência a incorporação de controle de acesso a um conjunto de páginas, que só podem ser visualizadas e/ou alteradas por usuários autorizados. A tecnologia da Intranet vem sendo utilizada como a base para a automação de escritório e dos processos administrativos de uma empresa. Em função da grande padronização das tecnologias associadas à Internet, ela se mostra a solução mais viável e econômica a longo prazo como base para a automação.<br />
Encontrei uma definição satisfatória, no site Wikipédia, com os seguintes dizeres: &#8220;o conceito de intranet pode ser interpretado como &#8216;uma versão privada da Internet&#8217;, ou uma mini-Internet confinada a uma organização&#8221;.</p>
<p>Ainda o dicionário michaelis define como:  &#8220;Qualquer rede que fornece, dentro de uma empresa ou organização, serviços similares aos da WWW. Não é necessariamente ligada à Internet, por motivos de segurança interna&#8221;.<br />
Atualmente a maioria das empresas, independentes do seu tamanho, possuem um sistema de intranet. Seu desenvolvimento é extremamente simples e eficaz.  Basta transformar um computador simples em servidor de Web, criar algumas páginas estáticas (HTML básico) ou dinâmicas (através de tecnologias como ASP, PHP e outras), e a intranet estará em operação sem praticamente qualquer custo adicional.</p>
<p>O uso da intranet estimula o compartilhamento de informações e a colaboração no interior de uma organização. Além de uma implementação e operação baratas, o que eleva consideravelmente o retorno sobre o investimento, a intranet traz outros benefícios, como o de desenvolver e reforçar a cultura empresarial de uma companhia.</p>
<p>As intranets geralmente guardam um grande volume de informação, mas nem sempre estas informações são percebidas, por estarem mal localizadas e distribuídas, ou ainda, por apresentarem um grande grau de complexidade.</p>
<p>Uma pesquisa realizada pela Accenture sobre o que pensam gerentes que trabalham em empresas nos Estados Unidos e na Inglaterra, a respeito da informação necessária para o trabalho diário.</p>
<p>Entre os gerentes entrevistados, 59% disseram que diariamente não conseguem acessar várias informações importantes que existem em algum lugar da empresa, porque não as encontram. Metade revelou que a informação encontrada não é exatamente o que precisava e mais de um terço dos gerentes entrevistados disse que se gasta um tempo muito grande para encontrar exatamente o que procuram, em meio a um oceano de informações.</p>
<p>No contexto de automação de negócios sem dúvida a intranet é uma importante ferramenta, deixando de ser simples páginas Web de acesso restrito, se transformando em plataforma para processos de negócios nas empresas, como por exemplo: marcação de ponto, consultas de contracheques, sistemas de helpdesk entre outros.</p>
<p>Lembrando que para intranets que implementam processos empresarias é sempre importante analisar aspéctos como segurança, performance, infra, acesso, usabilidade, treinamento entre outras coisas. Ou seja, o planejamento tem que ser bem elaborado, pois pode prejudicar a empresa caso for mal desenvolvido.</p>
<p>O processo de automação visa agilizar atividades, criar padrões e por meio da usabilidade tenta-se atender um grupo maior de usuários.</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p><a href="http://visibilidade.net/tutorial/usabilidade-eficiencia-empresas.html">http://visibilidade.net/tutorial/usabilidade-eficiencia-empresas.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.mercedessanchez.com.br/pt-br/noticias_detalhe.asp?cod=32 ">http://www.mercedessanchez.com.br/pt-br/noticias_detalhe.asp?cod=32 </a></p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intranet">http://pt.wikipedia.org/wiki/Intranet</a></p>
<p>Michaelis &#8211; Moderno Dicionário da Língua Portuguesa</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rogeriogarcia.com/2011/web/intranet.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Email falso do Banco Bradesco &#8211; Engenharia Social</title>
		<link>http://www.rogeriogarcia.com/2010/seguranca/email-falso-do-banco-bradesco-engenharia-social.html</link>
		<comments>http://www.rogeriogarcia.com/2010/seguranca/email-falso-do-banco-bradesco-engenharia-social.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Dec 2010 15:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogerio Garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia social]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[hacker]]></category>
		<category><![CDATA[segurança da informação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rogeriogarcia.com/?p=209</guid>
		<description><![CDATA[Já virou rotina receber span com email falsos de diversas empresas. As pessoas mal intessionadas, ou melhor, bandidos virtuais, estão aplicando a mesma técnica que já é de conhecimento de muitas pessoas há anos, no entanto, muitas ainda caem nesses golpes. E isso não é privilégio só da Internet, ainda tem gente que cai no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já virou rotina receber span com email falsos de diversas empresas. As pessoas mal intessionadas, ou melhor, bandidos virtuais, estão aplicando a mesma técnica que já é de conhecimento de muitas pessoas há anos, no entanto, muitas ainda caem nesses golpes. E isso não é privilégio só da Internet, ainda tem gente que cai no <a href="http://www.fraudes.org/showpage1.asp?pg=291">golpe da recopensa</a> ou do &#8220;<a href="http://www.fraudes.org/showpage1.asp?pg=291">achadinho</a>&#8220;, nos dias atuais.</p>
<p>Bom, o email que recebi desta vez foi do banco bradesco (deixei em minúsculo propositadamente), claro que não foi deste banco, mas se dizia que era. Esses tipos de email se utilizam de algumas técnicas de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_social_(segurança_da_informação)">Engenharia Social</a>. Então vou colocar alguns aspectos observados neste email, mas primeiro você vair ver o email recebido.</p>
<p><a href="http://www.rogeriogarcia.com/wp-content/uploads/2010/12/Captura_de_tela.png"><a href="http://www.rogeriogarcia.com/wp-content/uploads/2010/12/Captura_de_tela.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-210" title="Email falso do banco bradesco" src="http://www.rogeriogarcia.com/wp-content/uploads/2010/12/Captura_de_tela.png" alt="" width="588" height="503" /></a></a></p>
<ul>
<li>Para começar, não tenho conta no Bradesco</li>
<li>O cabeçalho do emal o &#8220;de&#8221;, está <em>&#8220;Bradesco S/A&#8221; &lt;atendimento@<strong>desco.com</strong>&gt;, </em>reparem no domínio do email desco.com e não bradesco.com.br (apesar que isto também pode ser fraudado facilemente, mas já facilita a identificação dos falsos emails)</li>
<li>Somente o link &#8220;ATUALIZE A SUA CONTA&#8221; aponta para o site &#8220;http://geigerprinting.com/plugins/content/desco/&#8221;, que deve conter o script malicioso. Os outros links apontam para o domínio verdadeiro do banco.</li>
</ul>
<p>Então fica aí a dica, abraços.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rogeriogarcia.com/2010/seguranca/email-falso-do-banco-bradesco-engenharia-social.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>User Story Mapping</title>
		<link>http://www.rogeriogarcia.com/2010/agile/user-story-mapping.html</link>
		<comments>http://www.rogeriogarcia.com/2010/agile/user-story-mapping.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 00:41:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogerio Garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agile]]></category>
		<category><![CDATA[agile]]></category>
		<category><![CDATA[story mapping]]></category>
		<category><![CDATA[xp]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rogeriogarcia.com/?p=203</guid>
		<description><![CDATA[Mais um termo utilizado pelos “agilistas”. São tantos termos relacionados à Agile, que está ficando difícil decidir por quais práticas utilizar, principalmente para quem está começando, pois as práticas ágeis, apesar de existir já há bastante tempo, vem sendo empregadas, mais massivamente, somente nos últimos anos, e ainda com diversas variantes. A princípio os resultados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- p { margin-bottom: 0.21cm; } -->Mais um termo utilizado pelos “agilistas”. São tantos termos relacionados à <em>Agile</em>, que está ficando difícil decidir por quais práticas utilizar, principalmente para quem está começando, pois as práticas ágeis, apesar de existir já há bastante tempo, vem sendo empregadas, mais massivamente, somente nos últimos anos, e ainda com diversas variantes. A princípio os resultados obtidos estão sendo bastante satisfatórios. Essas diversidades de práticas ágeis ocorrem por cauda de alguns motivos, como: A maioria das abordagens ágeis não são metodologias, ou seja, não tem uma receita de como fazer e sim o que fazer. Isto propicia a adaptabilidade dos processos ágeis.  E outro motivo poderia ser a busca pelo aperfeiçoamento das práticas ágeis.</p>
<p>Dá-se a entender que o <em>Story Mapping </em>é um desses aperfeiçoamentos. É uma evolução do <em>Product Backlog</em> do <em>Scrum</em> e das <em>User Storie</em> do XP. Veja a definição dada por Patton a <em>Story Mapping:</em></p>
<p style="text-align: center;">“<em>Story Mapping </em>é uma técnica colaborativa, que auxilia na priorização e planejamento de <em>releases</em> de produtos interativos.”</p>
<p>Para criar uma<em> Story Mappin</em>, primeiramente, faz-se necessário levantar os requisitos, que serão descritos no formato de <em>User Stories</em>. Essa técnica de escrever os requisitos como <em>User Stories</em> também é muito utilizada no <em>Scrum</em> para representar itens do <em>Product Backlog</em>.  Lembrando que o <em>Product Backlog</em> é uma lista de funcionalidades que o sistema deve ter, essa lista é priorizada pelo <em>Product Owner</em>, sendo que os itens de maior importância, de maior valor para o negócio, estarão sempre no topo da lista. Bom, voltando ao <em>Story Mapping</em>, este além de priorizar as funcionalidades pelo seu valor de negócio, prioriza também o quão útil uma funcionalidade é para o usuário. Em certo ponto isso é interessante, pois, favorece o agrupamento lógico de funcionalidades, ou de atividades. Outro ponto positivo da <em>Story Mapping</em> é que após a organização das <em>stories</em> (alocadas nos eixos Necessidade X Sequencia de uso), dá para se ter uma visão ampla do produto, ou melhor, uma visão do todo. Assim fica bem visível o fluxo, as dependências e os itens de cada release do produto.</p>
<p>Com relação aos pontos negativos, observa-se que um produto que tem muitas funcionalidades pode tornar o controle manual ou visual (muito utilizado nos ambientes ágeis) um pouco difícil devido a sua alta extensibilidade. Outro aspecto está relacionado à definição do grau de uso de uma funcionalidade, fica difícil identificar o “quão útil” uma funcionalidade é para um determinado usuário, se, por exemplo, for um produto novo que não seja possível identificar ou medir a experiência do usuário.  Esta definição dos releases, dá-se a entender que, deve-se levantar ou identificar todos os requisitos do sistema para poder priorizá-los e agrupá-los, em certa parte sim, mas o detalhamento das funcionalidades só ocorrerá conforme a <em>Sprint</em> em execução, ou conforme a necessidade.</p>
<p>Concluindo, a técnica de priorização de funcionalidades por <em>Story Mapping</em> é uma boa prática, cobre algumas falhas do <em>Scrum</em> na questão de priorização e organização dos requisitos, mas requer um entendimento maior. <em>Scrum</em> e XP já atendem boa parte das necessidades do gerenciamento de projetos ágeis. O grande desafio está em conhecer e saber quando utilizar cada técnica. Então temos que conhecer algumas práticas ágeis, mas não todas, então se você está indo bem com somente o <em>Scrum</em>, ou somente com o XP ou com ambos e mais alguma coisa, continue assim, não vá utilizando uma técnica sem estudos, só porque fulano de tal o “guru” do ágil disse que era bom. Então, antes de implementar uma nova técnica em seu processo de desenvolvimento, analise com calma e veja o que a comunidade ágil diz. Finalizando, penso que não devemos pesquisar todas as práticas ágeis existentes, porque são muitos termos e siglas, <em>Scrum, Cristal, Learn</em>, XP, FDD, TDD, DDD, XDD e YDD (estes dois últimos por minha conta, talvez até existam!). O que tornaria o aprendizado demasiadamente demorado e sem foco.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rogeriogarcia.com/2010/agile/user-story-mapping.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lançado o Ext JS 3.3 Final Released</title>
		<link>http://www.rogeriogarcia.com/2010/web/lancado-o-ext-js-3-3-final-released.html</link>
		<comments>http://www.rogeriogarcia.com/2010/web/lancado-o-ext-js-3-3-final-released.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 07:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogerio Garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[RIA]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[action_column]]></category>
		<category><![CDATA[Calendar]]></category>
		<category><![CDATA[extjs]]></category>
		<category><![CDATA[PivotGrid]]></category>
		<category><![CDATA[ria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.rogeriogarcia.com/?p=175</guid>
		<description><![CDATA[A cada dia que passa o ExtJs vem confirmando (e aumentando) o seu espaço no desenvolvimento ria para Web. O que já era bom, ficou ainda melhor. No dia 11/10/2010 A Sencha lançou mais um versão do ExtJs ( 3.3 Final Released). Com esta nova versão foram adicionados 3 novos componentes e foram feitas mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada dia que passa o ExtJs vem confirmando (e aumentando) o seu espaço no desenvolvimento ria para Web.</p>
<p>O que já era bom, ficou ainda melhor. No dia 11/10/2010 A <a href="http://www.sencha.com">Sencha </a>lançou mais um versão do ExtJs ( 3.3 Final Released). Com esta nova versão foram adicionados 3 novos componentes e foram feitas mais de 200 melhorias e correções.</p>
<p>Confira as imagens dos componentes abaixo. Clicando nelas você será redirecionado para uma página que contém um exemplo real.</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>PivotGrid</strong></h3>
<p style="text-align: center;"><a title="PivodGrid" href="http://dev.sencha.com/deploy/ext-3.3.0/examples/pivotgrid/simple.html"><img class="size-full wp-image-178 aligncenter" title="extjs_pivotgrid" src="http://www.rogeriogarcia.com/wp-content/uploads/2010/10/pivotgrid.png" alt="" width="250" height="154" /></a></p>
<h3 style="text-align: center;">Calendar Components</h3>
<p style="text-align: center;"><a href="http://sencha.com/deploy/ext-3.3.0/examples/calendar/index.html"><img class="size-full wp-image-176 aligncenter" title="extjs_calendar" src="http://www.rogeriogarcia.com/wp-content/uploads/2010/10/calendar.gif" alt="" width="250" height="184" /></a></p>
<h3 style="text-align: center;">ActionColumn</h3>
<p style="text-align: center;"><a title="ActionColumn" href="http://sencha.com/deploy/ext-3.3.0/examples/grid/array-grid.html"><img class="size-full wp-image-177 aligncenter" title="extjs_actioncolumn" src="http://www.rogeriogarcia.com/wp-content/uploads/2010/10/actioncolumn.gif" alt="" width="250" height="159" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Para ver todas as atualizações acesse o link: <a href="http://www.sencha.com/blog/2010/10/11/ext-js-3-3-final-released/">http://www.sencha.com/blog/2010/10/11/ext-js-3-3-final-released/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rogeriogarcia.com/2010/web/lancado-o-ext-js-3-3-final-released.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Resumo de SCRUM &#8211; Tópicos relevantes</title>
		<link>http://www.rogeriogarcia.com/2009/tendencias/resumo-de-scrum-topicos-relevantes.html</link>
		<comments>http://www.rogeriogarcia.com/2009/tendencias/resumo-de-scrum-topicos-relevantes.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 07:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[SlideShow]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[gerencia de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[scrum]]></category>
		<category><![CDATA[xp]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rogeriogarcia.com/?p=159</guid>
		<description><![CDATA[Como estou iniciando com Scrum resolvi compartilhar o que acho de mais interessante (importante). É fato que já tem amplo material na Internet, mas tem algumas coisas que merecem ser repetidas para que a propagação seja &#8220;amplificada&#8221;. Scrum Scrum é um processo ágil que permite manter o foco na entrega do maior valor de negócio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como estou iniciando com Scrum resolvi compartilhar o que acho de mais interessante (importante). É fato que já tem amplo material na Internet, mas tem algumas coisas que merecem ser repetidas para que a propagação seja &#8220;amplificada&#8221;.</p>
<h2>Scrum</h2>
<p>Scrum é um processo ágil que permite manter o foco na entrega do maior valor de negócio, no menor tempo possí­vel.</p>
<p>Scrum é uma framework iterativa e incremental para o desenvolvimento de qualquer produto ou gerenciamento de qualquer trabalho.</p>
<h2><strong>Sprint</strong></h2>
<p>Em Scrum uma iteração chama-se Sprint.</p>
<p>Uma Sprint é um time-box, geralmente com duração entre duas a quatro semanas.</p>
<p>O produto evolui em uma série de â€œSprintsâ€;</p>
<h2><strong>Papéis</strong></h2>
<h3><strong>Product Owner</strong><strong></strong></h3>
<p>O Product Owner é alguém equivalente a um Gerente de Produto.</p>
<p>É o responsável por conhecer bem as necessidades do cliente (pode ser o próprio cliente ou um representante)</p>
<p>Define as funcionalidades do produto;</p>
<p>Ajusta funcionalidades e prioridades;</p>
<p>Aceita ou rejeita o resultado dos trabalhos.</p>
<h3><strong>ScrumMaster</strong><strong></strong></h3>
<p>Representa a gerência para o projeto<strong></strong></p>
<p>O ScrumMaster é o responsável por remover os impedimentos do time.</p>
<p>É ele quem protege o time de interferências externas, além de garantir o uso correto de Scrum</p>
<h3><strong>Team</strong></h3>
<p>Desenvolvedores, arquitetos, designers, enfim, todos os que participam do desenvolvimento são os membros do time.</p>
<h2><strong>Cerimônias</strong></h2>
<h3><strong> Planning Meeting </strong></h3>
<p>A equipe seleciona itens do Product Backlog com os quais compromete-se a concluir<strong></strong></p>
<p>O Sprint Backlog é criado</p>
<h3><strong>Daily Scrum</strong></h3>
<p>Não é para a solução de problemas <strong></strong></p>
<p>Ajuda a evitar reuniões adicionais desnecessárias</p>
<p>Todos em pé e no máximo 15 minutos;</p>
<p>O que fizeste ontem? O que vais fazer hoje? Há algum obstáculo?</p>
<h3><strong>Sprint Review</strong><strong></strong></h3>
<p>Ao término da Sprint, o time apresenta o que foi produzido na Sprint em uma reunião</p>
<p>A apresentação é feita no formato de demonstração e podem comparecer qualquer pessoa interessada</p>
<p>Sugestões podem ser feitas e cabe ao Product Owner adicioná-las ao Product Backlog ou não</p>
<p>Todos os membros do time participam da demonstração</p>
<h3><strong>Sprint Retrospective</strong><strong></strong></h3>
<p>Periodicamente, observe o que funciona e o que não funciona</p>
<p>Feita após cada Sprint, serve para discutirem o que foi bem na Sprint e o que precisa ser melhorado para a próxima</p>
<h2><strong>Artefatos</strong></h2>
<h3><strong> Product Backlog</strong></h3>
<p>Os requisitos de software são listados em um â€œProduct Backlogâ€.</p>
<p>Uma lista de todo o trabalho desejado no projeto.</p>
<p>Idealmente, na forma em que cada item tenha seu peso de acordo com a vontade do cliente ou usuários.</p>
<p>Priorizado pelo dono do produto.</p>
<p>Durante o projeto, esta lista pode receber novos itens, ter itens removidos ou repriorizados, sempre de acordo com as necessidades do cliente.</p>
<h3><strong>Sprint Backlog</strong><strong></strong></h3>
<p>O Sprint Backlog contém os itens que serão feitos durante a Sprint, e diferente do Product Backlog, esta lista não pode ser alterada.</p>
<p>Cada indiví­duo escolhe o trabalho que fará.</p>
<p>Atualização diária da estimativa do trabalho restante</p>
<h3><strong>Gráfico de Burndown</strong><strong></strong></h3>
<p>O gráfico de Burndown apresenta o trabalho cumulativo restante em uma  Sprint, atualizado diariamente.<strong></strong></p>
<h2><strong>Considerações finais</strong></h2>
<p>As necessidades do negócio é que determinam as prioridades do desenvolvimento de um sistema. As equipes se auto-organizam para definir a melhor maneira de entregar as funcionalidades de maior prioridade.</p>
<p>Ao calcular o tempo de desenvolvimento de qualquer coisa, temos que dobrá-lo. O programador precisa de &#8220;tempo para pensar&#8221; além do &#8220;tempo para programar&#8221;.</p>
<h2><strong>Referências</strong></h2>
<p>http://www.adaptworks.com.br/scrum/</p>
<p>http://www.mountaingoatsoftware.com/system/hidden_asset/file/52/PortugueseScrum.pdf</p>
<p>http://www.brod.com.br/?q=search/node/Scrum</p>
<p>http://www.infoq.com/minibooks/scrum-xp-from-the-trenches</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rogeriogarcia.com/2009/tendencias/resumo-de-scrum-topicos-relevantes.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Concurso Público Banco Central &#8211; Analista Área 1</title>
		<link>http://www.rogeriogarcia.com/2009/oportunidades/concurso-publico-banco-central-analista-area-1.html</link>
		<comments>http://www.rogeriogarcia.com/2009/oportunidades/concurso-publico-banco-central-analista-area-1.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 01:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[analista]]></category>
		<category><![CDATA[bacen]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[cesgranrio]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso Público]]></category>
		<category><![CDATA[edital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rogeriogarcia.com/?p=127</guid>
		<description><![CDATA[Link para o edital completo Link para a página do Concurso A partir de hoje vou postar algumas informações sobre concursos públicos na área de TI. Serão publicados artigos, matérias, questões de provas e algumas dicas. Este artigo tem por objetivo de mostrar alguns dados importantes do edital de Analista do Banco Central, nº 1, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Edital Banco Central" href="http://www.cesgranrio.org.br/eventos/concursos/bacen0109/pdf/bacen0109_edital_analista.pdf">Link para o edital completo</a></p>
<p><a title="Concurso Banco Central" href="http://www.cesgranrio.org.br/eventos/concursos/bacen0109/bacen0109.html">Link para a página do Concurso</a></p>
<p>A partir de hoje vou postar algumas informações sobre concursos públicos na área de TI. Serão publicados artigos, matérias, questões de provas e algumas dicas.</p>
<p>Este artigo tem por objetivo de mostrar alguns dados importantes do edital de Analista do Banco Central, nº 1, de 18 de novembro de 2009,Â especificamente a Área 1, que corresponte a área de tecnologia.</p>
<p><strong>Banca:</strong> CESGRANRIO</p>
<p><strong>Cargo:</strong> Analista</p>
<p><strong>Salário:</strong> R$ 12.413,65</p>
<p><strong>Período de Inscrição: </strong>26/11/2009 a 16/12/2009</p>
<p><strong>Valor da Taxa de Inscrição: </strong> R$ 110,00 (cento e dez reais)</p>
<p><strong>Data da Prova:</strong> 31/01/2010</p>
<p><strong>Prova de Conhecimentos Gerais (para todas as áreas):</strong> 60 questões (Português, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Sistema Financeiro Nacional, Economia, Raciocínio Lógico-Quantitativo e Inglês)</p>
<p><strong>Prova de Conhecimentos Específicos: </strong>45 questões</p>
<p><strong>Prova Discursiva:</strong> estudo de caso &#8211; quatro problemas práticos propostos, para os quais o candidato deverá apresentar por escrito as soluções.</p>
<p><strong>Escolaridade: </strong>diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior, em qualquer Área de Conhecimento.</p>
<p><strong>Vagas para a Área 1: </strong>47</p>
<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>CONTEÚDO DA PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS &#8211; ÁREA 1</strong></span></h3>
<h4><strong>NOÇÕES GERAIS SOBRE COMPUTADORES E SISTEMAS COMPUTACIONAIS</strong></h4>
<p>1. Computadores: arquitetura de computadores; componentes de um computador (hardware e software); linguagens de programação; compiladores e interpretadores; sistemas de numeração e representação de dados; aritmética computacional.</p>
<p>2. Sistemas operacionais: funções básicas; sistemas de arquivos e gerenciamento de memória.</p>
<p>3. Redes de computadores: fundamentos de comunicação de dados; meios físicos; serviços de comunicação; redes LANs e WANs; arquitetura TCP/IP; protocolos e serviços.</p>
<p>4. Organização, arquiteturas CISC e RISC</p>
<p>5. Processamento distribuído e processamento paralelo.</p>
<p>6. Entradas e saídas de dados.</p>
<h4>AMBIENTES OPERACIONAIS CORPORATIVOS E INFRAESTRUTURA DE SERVIDORES</h4>
<p>1. Ambiente Windows 2000/2003: 1.1. Configuração de rede em ambiente Windows. 1.2. Diretório de Serviços Active Directory, planejamento, convenção de nomes, autoridades administrativas, Schema Policy, Group Policy. 1.3. Configuração de Serviços de Web. 1.4. Administração de contas de usuários e grupos. 1.5. Clustering. 1.6. Segurança em Redes Windows 2000/2003: Autenticação, Permissões, atribuições administrativas, domínios, unidades organizacionais, comunicações seguras entre clientes e servidores Windows.</p>
<p>2. Ambiente Unix/Linux: 2.1. Sistema de arquivos: comandos para manipulação de arquivos e diretórios, permissão e acesso a arquivos, utilização de LVM, NFS e CIFS. 2.2. Comandos para gerenciamento de processos. 2.3. Programação bash. 2.4. Boot: Inicialização do Kernel, GRUB. 2.5. Superusuário: su e sudo. 2.6 Técnicas para otimização do sistema. 2.7 Conceitos de cluster. 2.8 Virtualização: conceitos, para-virtualização e virtualização total (full virtualization) , Xen e KVM.</p>
<p>3. Servidores de Aplicação J2EE: 3.1. Fundamentos, características e topologia típica de ambientes com alta disponibilidade e escalabilidade. 3.2. Clusters (balanceamento de carga, fail-over e replicação de estado). 3.3. Técnicas para tunning e detecção de problemas.</p>
<p>4. Mensageria: 4.1. Conceitos básicos e fundamentos. 4.2. Topologias e configurações server-server e server-client. 4.3. MQSeries IBM: fundamentos, administração e configuração. 4.4. Performance e detecção de problemas em MQSeries IBM. 4.5. Programação utilizando MQSeries IBM.</p>
<p>5. Armazenamento de dados e cópias de segurança: 5.1. Conceitos de DAS, SAN (iSCSI, FCP), NAS(CIFS, NFS). 5.2. Componentes de uma rede SAN. 5.3. RAID. 5.4 Desduplicação e thin provisioning. 5.5 Resolução de problemas de conectividade e performance em uma SAN. 5.6 Conceitos de ILM. 5.7 Políticas de backup. 5.8. Conceitos de cópias de segurança totais, incrementais e diferenciais. 5.9. Snapshots e backup de imagens de sistemas operacionais.</p>
<h4>SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO</h4>
<p>1. Melhores práticas em políticas de segurança. Norma ISO 27002, blindagem de servidores, gestão de vulnerabilidades.</p>
<p>2. Proteção de estações de trabalho: Antivirus, firewall pessoal, controle de dispostivos USB, identificação de códigos maliciosos (vírus, worms, adware, trojan, spyware) e outras técnicas como phishing e spam.</p>
<p>3. Proteção de rede: Firewalls e regras de isolamento e proteção de redes, sistemas de prevenção de intrusão (IPS), VPN IPSec, autenticação de rede 802.1x.</p>
<p>4. Algoritmos e protocolos de criptografia: RSA, DES, 3DES, SHA1, AES.</p>
<p>5. Certificação Digital. Infraestrutura de Chaves Públicas, ICP-Brasil.</p>
<p>6. Proteção Web: proxy, filtro de conteúdo, proxy reverso, firewall de aplicação Web.</p>
<p>7. Ataques em redes e aplicações corporativas: DDOS, DOS, spoofing, port scan, session hijacking, buffer overflow, SQL Injection, cross-site scripting.</p>
<p>8. Análise de protocolos. TCP/IP, HTTP, SMTP, DNS, DHCP, FTP, HTTPS, LDAP, ICAP.</p>
<h4>REDES DE COMPUTADORES</h4>
<p>1. Tipos e topologias de redes:1.1. Redes geograficamente distribuídas, redes locais, topologias ponto a ponto e multiponto. 1.2. Topologias Ethernet: camadas e sub-camadas, controles, detecção e correção de erros, protocolos, CSMA/CD, 1.3. Fast ethernet. 1.4. Gigabit ethernet., Comutação (switching), 1.7. Spanning tree protocol (IEEE 802.1d); 1.8. bridges,Â switches, roteadores, gateways. 1.9. VLAN (IEEE 802.1Q).1.10</p>
<p>2. Camadas de rede e de transporte: 2.1. Comutação de pacotes. 2.2.Â Protocolos de roteamento: menor caminho; flooding; distance vector; EIGRP, OSPF, BGP, RIP, DVMRP, PIM, VRRP. 2.4. O protocolo IP:Â endereçamento IP, DHCP. 2.5. Estabelecimento e liberação de conexão. 2.6. Controle de fluxo; UDP; TCP.2.7 Port-based Network Access Control (IEEE 802.1x)</p>
<p>3. Camada de aplicação: 3.1. DNS, e-mail, HTTP.3.2. Qualidade de Serviço (QoS), disponibilidade para voz, vídeo interativo, video streaming e dados, Serviços integrados, Serviços diferenciados, Classe de serviço (CoS)</p>
<p>4. MPLS: 4.1. Arquitetura. 4.2. Operação. 4.3. Redes privadas virtuais (VPN) baseadas em MPLS. 4.4. Topologias full-meshed e hub-and-spoke. 4.5. Túneis. 4.6. Multiprotocol Label Switching Architecture. Redes de longa distância (WAN)</p>
<p>5. VoIP e telefonia IP: conceitos, requisitos para a convergência de voz e dados</p>
<p>6. Redes sem fio: Padrão IEEE 802.11 Wireless LAN.</p>
<p>7. Gerência de Rede: conceitos, fundamentos, protocolos, implantação e ferramentas do tipo Wireshark.7.1 SNMP v1,v2,v2c e v3.</p>
<h4>BANCOS DE DADOS CORPORATIVOS</h4>
<p>1. Fundamentos; organização de arquivos e métodos de acesso.</p>
<p>2. Sistemas gerenciadores de banco de dados.</p>
<p>3. Linguagens de definição e manipulação de dados.</p>
<p>4. Controle de proteção, integridade e concorrência.</p>
<p>5. Banco de dados relacionais distribuídos.</p>
<p>6. Projeto de bancos de dados.</p>
<p>7. Backup, recuperação, administração/configuração, tunning e detecção de problemas em banco de dados.</p>
<p>8. DB2 IBM: fundamentos, administração e configuração, performance e detecção de problemas.</p>
<p>9. Microsoft SQL Server: fundamentos, administração e configuração, performance e detecção de problemas.</p>
<h4>GERÊNCIA DE PROJETOS</h4>
<p>1. Visão do PMBoK sobre Gerenciamento de Projetos</p>
<p>2. Visão do RUP sobre Gerenciamento de Projetos SCRUM.</p>
<h4>MÉTRICAS DE SOFTWARE</h4>
<p>1. Medição e Estimativas de Software em Pontos de Função (IFPUB/CPM e NESMA).</p>
<h4>ENGENHARIA DE SOFTWARE</h4>
<p>1. Conceitos gerais.</p>
<p>2.Ferramentas CASE.</p>
<p>3. Ciclo de vida de software.</p>
<p>4. Disciplinas: Requisitos, Análise, Projeto,Testes e Implementação. 4.1. Análise e Projeto Orientado a objetos com UML. 4.2. Análise de requisitos funcionais e não-funcionais. 4.3. Modelagem orientada a objeto. 4.4. Padrões de projetos.</p>
<p>5. Processos de desenvolvimento de software. 5.0 Processo iterativo e incremental. 5.1. Qualidade de software: modelos ISO/IEEE e CMMI, Norma ISO 12207, métricas 5.2. Melhoria dos processos de software: análise de causa-raiz e SEPG (software e engineering process group). 5.3. Papéis e práticas do Unified Process, Scrum e Extreme Programming (XP). 5.4. Técnicas e padrões de modelagem de processos de negócio, gerência de requisitos, gerência de configuração, integração contínua, automação de build, automação de testes e design orientado a objetos.</p>
<p>6. Arquitetura de aplicações para ambiente web: 6.1. Servidor de aplicações. 6.2. Servidor Web. 6.3. Ambientes Internet, Extranet, Intranet e Portal &#8211; finalidades, características físicas e lógicas, aplicações e serviços. 6.4. Servidor de Banco de Dados. 6.5. Arquitetura de software: arquitetura 3 camadas, modelo MVC. 6.6. Soluções de Integração: Service-Oriented Architecture (SOA) e Web services.</p>
<p>7. Qualidade de software: modelos ISO/IEEE, CMM &#8211; Capacity Maturity Model &#8211; e CMMI.</p>
<h4>MODELAGEM DE PROCESSOS DE NEGÓCIO</h4>
<p>1. Conceitos básicos.</p>
<p>2. Identificação e delimitação de processos de negócio.</p>
<p>3. Técnicas de mapeamento de processos (modelos AS-IS).</p>
<p>4. Técnicas de análise e simulação de processos.</p>
<p>5. Construção e mensuração de indicadores de processos.</p>
<p>6. Técnicas de modelagem de processos (modelos TO-BE).</p>
<p>7.Modelagem de processos em UML: notação, artefatos e atividades.</p>
<h4>ACESSIBILIDADE E ENGENHARIA DE USABILIDADE</h4>
<p>1. Engenharia de usabilidade. 1.1. Conceitos básicos. 1.2. Critérios, recomendações e guias de estilo, utilização de Folhas de Estilo (CSS). 1.3. Análise de requisitos de usabilidade. 1.4. Concepção, projeto eÂ implementação de interfaces.</p>
<p>2. Acessibilidade: Recomendações de acessibilidade para construção e adaptação de conteúdos do governo brasileiro na internet, conforme Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004.</p>
<h4>PORTAIS CORPORATIVOS</h4>
<p>1. Conceitos básicos: colaboração, personalização, gestão do conhecimento, gestão de conteúdo, taxonomia, single sign-on, integração de sistemas, funcionalidades de web 2.0, Governança.</p>
<p>2. Noções básicas dos padrões JSR 168 e JSR 286 -Java Specification Request, Portlet Specification. e WSRP &#8211; Web Services for Remote Portlets.</p>
<p>3. Noções de sistemas de busca e indexação de conteúdo, noções de análise das estatísticas de site.</p>
<h4>DESENVOLVIMENTO</h4>
<p>1. Fundamentos: lógica de programação; Operadores e expressões, Estruturas de controle, seleção, repetição e desvio. Estruturas de dados; métodos de ordenação, pesquisa e hashing, estrutura de arquivos;Â paradigmas de programação; programação orientada a objetos.</p>
<p>2. Linguagens e ambientes de programação: Java, C# e ASP.NET.</p>
<p>3.Linguagem SQL.</p>
<p>4. Arquitetura Java / JEE.</p>
<p>5. Programação Java. 5.1. Wicket. 5.2. Hibernate 3. 5.3. JPA. 5.4. Spring Framework. 5.5. Web Services. 5.6. JNDI.</p>
<p>6. Servidores de aplicação Java. 6.1 Websphere. 6.2 JBoss.</p>
<p>7. Java Lighweight Containers. 7.1 Jetty.</p>
<p>8.Teste de unidade (Java) com xUnit e â€œmockingâ€ de classes. 8.1. Métricas.Â 8.1.1. Cobertura 8.1.2 Complexidade ciclomática</p>
<p>9. Ferramenta de â€œbuildâ€: Maven.</p>
<p>10. IDE. 10.1. Eclipse.</p>
<p>11. Ferramentas de gerência de configuração</p>
<p>12. Práticas ágeis. 12.1. Integração Contí­nua. 12.2. â€œTestdriven<br />
Developmentâ€ (TDD). 12.3. â€œRefactoringâ€.</p>
<p>13. Desenvolvimento de sistemas: HTML, CSS, Javascript, DHTML,XML/XSD.</p>
<h4>TESTES</h4>
<p>1. Conceitos: verificação e validação, tipos de teste (Unidade, Integração, Sistema/Funcional, Aceitação, Carga, Desempenho, Vulnerabilidade, Usabilidade).</p>
<p>2. Atividades/artefatos associados ao teste.</p>
<p>3. Gestão de defeitos (â€œBugtrackingâ€).</p>
<p>4. Rastreabilidade dos cenários de teste.</p>
<p>5. Métodos de automatização de testes funcionais. 5.1. â€œRecord and playâ€. 5.2. â€œData drivenâ€. 5.3. â€œKeyword drivenâ€.</p>
<p>6. Teste em processos ágeis.</p>
<p>7. Indicadores/métricas de qualidade dos produtos de software. 6. Scripts, C-Ansi, Java, SQL.</p>
<h4>GESTÃO E RECURSOS INFORMACIONAIS â€“ CONCEITOS</h4>
<p>1. Gestão de Conteúdo (ECM)</p>
<p>2.Automação de processo de trabalho (workflow) 2. Gerenciamento de processos de negócio (BPM).</p>
<p>3. ITIL.</p>
<p>4. COBIT.</p>
<h4>SOLUÇÕES DE SUPORTE Ã€ DECISÃO</h4>
<p>1. Data Warehouse, OLAP, Data Mining, BI &#8211; Business Inteligence.</p>
<p>2. Modelagem Multidimensional.</p>
<p>3. EIS &#8211; Enterprise Information System.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rogeriogarcia.com/2009/oportunidades/concurso-publico-banco-central-analista-area-1.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro: PHP com Ajax na WEB 2.0</title>
		<link>http://www.rogeriogarcia.com/2009/php/livro-php-com-ajax-na-web-2-0.html</link>
		<comments>http://www.rogeriogarcia.com/2009/php/livro-php-com-ajax-na-web-2-0.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 00:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[Ajax]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rogeriogarcia.com/?p=117</guid>
		<description><![CDATA[Pessoal, estou vendendo este livro (VENDIDO). Confira a resenha dele: O Livro PHP com AJAX na Web 2.0 &#8211; Com muitos exemplos prátiocos &#8211; é indicado para quem deseja criar programas para a Web 2.0, utilizando a linguagem de programação PHP em conjunto com AJAX. A estrutura do livro foi especialmente planejada para facilitar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_119" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-119" title="php-com-ajax-na-web-2" src="http://rogeriogarcia.com/wp-content/uploads/2009/10/php-com-ajax-na-web-2.jpg" alt="PHP com Ajax na Web 2.0 - Com muitos exemplos práticos!" width="180" height="180" /></dt>
</dl>
</div>
<p>Pessoal,<span style="text-decoration: line-through;"> estou vendendo este livro</span> (VENDIDO). Confira a resenha dele:</p>
<p>O Livro PHP com AJAX na Web 2.0 &#8211; Com muitos exemplos prátiocos &#8211; é indicado para quem deseja criar programas para a Web 2.0, utilizando a linguagem de programação PHP em conjunto com AJAX.<br />
A estrutura do livro foi especialmente planejada para facilitar o aprendizado progressivo, incluindo:<br />
* Ambiente Cliente / Servidor e a Web<br />
* Web 2.0<br />
* Resgatando o HTML, de volta Ã s origens<br />
* Coisas que poucos utilizam e, talvez desconheçam, em HTML<br />
* HTML e o JavaScript, uma interação perfeita<br />
* Um destaque: formulários em HTML<br />
* A linguagem de programação PHP<br />
* PHP, HTML e JavaScript: como eles convivem<br />
* Conexões assíncronas com o JavaScript<br />
* Buscando dados em um servidor com Ajax<br />
* Utilizando XML<br />
* Diversos exemplos<br />
* Estudo de caso com resolução comentada<br />
* Editora: Ciência Moderna<br />
* Autor: SERGIO LUIZ TONSIG<br />
* Origem: Nacional<br />
* Ano: 2008<br />
* Edição: 1<br />
* Número de páginas: 360<br />
* Acabamento: Brochura<br />
* Formato: Médio</p>
<p>O livro está em boas condições.<br />
Apenas R$ 30,00.</p>
<p>Quem tiver interesse é só comentar colocando o email para contato.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rogeriogarcia.com/2009/php/livro-php-com-ajax-na-web-2-0.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CakePHP &#8211; $validationErrors</title>
		<link>http://www.rogeriogarcia.com/2009/cakephp/cakephp_validation-errors.html</link>
		<comments>http://www.rogeriogarcia.com/2009/cakephp/cakephp_validation-errors.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 06:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[CakePHP]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[invalidFields]]></category>
		<category><![CDATA[model]]></category>
		<category><![CDATA[validate]]></category>
		<category><![CDATA[validationErrors]]></category>
		<category><![CDATA[validator]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rogeriogarcia.com/?p=94</guid>
		<description><![CDATA[Bom, para quem não conhece o atributo $validationErrors, vou fazer uma breve explicação. Esse atributo armazena um array contendo erros de validação de dados. Onde cada índice será o nome de um campo e o seu respectivo valor será uma mensagem de erro definida no modelo que está sendo validado, através do atributo $validate. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, para quem não conhece o atributo $validationErrors, vou fazer uma breve explicação.</p>
<p>Esse atributo armazena um array contendo erros de validação de dados. Onde cada índice será o nome de um campo e o seu respectivo valor será uma mensagem de erro definida no modelo que está sendo validado, através do atributo $validate.</p>
<p>O $validationErrors só será preenchido se o método validates(), quando acionado, encontrar algum erro. Normalmente esse método é executado quando ocorre alguma operação de insert ou update no modelo (dependendo das regras de validação), mas ele pode ser chamado também de forma indepedente.</p>

<div class="wp_syntax"><table><tr><td class="line_numbers"><pre>1
2
3
4
5
6
7
</pre></td><td class="code"><pre class="php" style="font-family:monospace;"><span style="color: #000088;">$this</span><span style="color: #339933;">-&gt;</span><span style="color: #004000;">ModelName</span><span style="color: #339933;">-&gt;</span><span style="color: #004000;">set</span><span style="color: #009900;">&#40;</span> <span style="color: #000088;">$this</span><span style="color: #339933;">-&gt;</span><span style="color: #004000;">data</span> <span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span>
&nbsp;
<span style="color: #b1b100;">if</span> <span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #000088;">$this</span><span style="color: #339933;">-&gt;</span><span style="color: #004000;">ModelName</span><span style="color: #339933;">-&gt;</span><span style="color: #004000;">validates</span><span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span> <span style="color: #009900;">&#123;</span>
	<span style="color: #666666; font-style: italic;">// it validated logic</span>
<span style="color: #009900;">&#125;</span> <span style="color: #b1b100;">else</span> <span style="color: #009900;">&#123;</span>
	<span style="color: #666666; font-style: italic;">// didn't validate logic</span>
<span style="color: #009900;">&#125;</span></pre></td></tr></table></div>

<p>Agora para capturar o erro do validate você pode utilizar a função:</p>

<div class="wp_syntax"><table><tr><td class="line_numbers"><pre>1
</pre></td><td class="code"><pre class="php" style="font-family:monospace;"><span style="color: #000088;">$errors</span> <span style="color: #339933;">=</span> <span style="color: #000088;">$this</span><span style="color: #339933;">-&gt;</span><span style="color: #004000;">ModelName</span><span style="color: #339933;">-&gt;</span><span style="color: #004000;">invalidFields</span><span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span></pre></td></tr></table></div>

<p>ou, a próprio atributo:</p>

<div class="wp_syntax"><table><tr><td class="line_numbers"><pre>1
</pre></td><td class="code"><pre class="php" style="font-family:monospace;"><span style="color: #000088;">$errors</span> <span style="color: #339933;">=</span> <span style="color: #000088;">$this</span><span style="color: #339933;">-&gt;</span><span style="color: #004000;">ModelName</span><span style="color: #339933;">-&gt;</span><span style="color: #004000;">validationErrors</span><span style="color: #339933;">;</span></pre></td></tr></table></div>

<p>Os exemplos acima foram tirados do book do Cake.</p>
<p>Um abraço a todos</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rogeriogarcia.com/2009/cakephp/cakephp_validation-errors.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ótimo artigo sobre criação de empresa de software</title>
		<link>http://www.rogeriogarcia.com/2009/oportunidades/otimo-artigo-sobre-criacao-de-empresa-de-software.html</link>
		<comments>http://www.rogeriogarcia.com/2009/oportunidades/otimo-artigo-sobre-criacao-de-empresa-de-software.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 04:11:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[como montar empresa de software]]></category>
		<category><![CDATA[como vender software]]></category>
		<category><![CDATA[empresa de software]]></category>
		<category><![CDATA[negÃ³cios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rogeriogarcia.com/?p=81</guid>
		<description><![CDATA[Este artigo é realmente muito bom. Vale a pena ler na íntegra. Trata de um assunto que muitos profissionais da área de TI pensam: abrir uma empresa para desenvolvimento de software. O nome do artigo é &#8220;Conversando como o empreendedor de software&#8220;, e foi escrito por Renato S. Toi. Não vou postar o artigo aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo é realmente muito bom. Vale a pena ler na íntegra. Trata de um assunto que muitos profissionais da área de TI pensam: abrir uma empresa para desenvolvimento de software.</p>
<p>O nome do artigo é &#8220;<a href="http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-67252003000200026&amp;script=sci_arttext">Conversando como o empreendedor de software</a>&#8220;, e foi escrito por Renato S. Toi. Não vou postar o artigo aqui na íntegra, somente algumas partes para o leitor ter uma idéia. Para ler o artigo por completo, acesse pelo link acima.</p>
<p>Este são os primeiros parágrafos do artigo:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Este texto pretende transmitir a novos empreendedores de software uma visão pessoal de fatores a serem considerados ao se iniciar um novo negócio. Os fatores se aplicam em especial a um negócio de software que se propõe a realizar crescimento acelerado, trabalhar com tecnologia avançada, e remunerar adequadamente o trabalho e o capital investidos.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Em primeiro lugar, apresentam-se quatro aspectos-chave no planejamento e organização de uma nova empresa. Em seguida destaca-se o importante assunto dos canais de vendas. O texto se encerra com uma análise pessoal do contexto atual de negócios.</em></p>
<p>A seguir ele cita os quatro aspéctos de uma empresa:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Os riscos e as oportunidades para a empresa podem ser avaliados em quatro aspectos: Mercado, Tecnologia, Recursos Humanos e Capitalização.</em></p>
<p>Finalizando ele fala sobre &#8220;Canais de Venda&#8221;, &#8220;Contexto atual de negócios e uma análise pessoal&#8221; e faz uma sugestão de como iniciar uma empresa.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rogeriogarcia.com/2009/oportunidades/otimo-artigo-sobre-criacao-de-empresa-de-software.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hospedagem Grátis PHP / MySQL</title>
		<link>http://www.rogeriogarcia.com/2009/php/hospedagem-gratis-php-mysql.html</link>
		<comments>http://www.rogeriogarcia.com/2009/php/hospedagem-gratis-php-mysql.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 09:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[hospedagem gratis]]></category>
		<category><![CDATA[hospedagem gratis php]]></category>
		<category><![CDATA[hospedagem gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[host free]]></category>
		<category><![CDATA[php mysql]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rogeriogarcia.com/?p=75</guid>
		<description><![CDATA[Existem muitos hosts gratuitos para PHP / MySql, no entanto, só alguns merecem ser utilizados para pelo menos testes ou aprendizado, isso mesmo, pois em sua maioria o serviço prestado é ruim, sem garantias, suporte, etc. Recomendo seriamente a não utulizar esses hosts gratuitos para sites ou aplicações sérias, somente mesmo para testes. Já tive [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem muitos hosts gratuitos para PHP / MySql, no entanto, só alguns merecem ser utilizados para pelo menos testes ou aprendizado, isso mesmo, pois em sua maioria o serviço prestado é ruim, sem garantias, suporte, etc.</p>
<p><strong>Recomendo seriamente a não utulizar esses hosts gratuitos para sites ou aplicações sérias</strong>, somente mesmo para testes.</p>
<p>Já tive experiências com alguns hosts e por isso vou recomendar aqui os que achei de melhor qualidade. Cada um tem suas características como: domínios utilizados, espaço em disco, quantidade de banco de dados, entre outras.</p>
<p>Eu poderia colocar aqui uma longa relação de links para estes hosts, mas não vou fazer. Você terá uma pequena lista mas com qualidade, na minha opnião são os melhores em termos de hospedagem gratuita para PHP (lembrando que utilize somente para testes ou aprendizado), pois consegui instalar o Joomla, Xoops, WordPress e aplicações baseadas em CakePHP e executá-los sem problemas, ou melhor, com pucos problemas.</p>
<p>Então vamos lá:</p>
<ul>
<li><a title="000webhost.com" href="http://www.000webhost.com" target="_blank">www.000webhost.com</a></li>
<li><a title="freehostia.com" href="http://www.freehostia.com" target="_blank">www.freehostia.com</a></li>
<li><a title="awardspace.com" href="http://www.awardspace.com" target="_blank">www.awardspace.com</a></li>
<li><a title="byethost.com" href="http://byethost.com/index.php/free-hosting">byethost.com/index.php/free-hosting</a></li>
</ul>
<p>No link abaixo você terá uma extensa relação contendo hosts gratuitos e suas características, talves você descubra mais algum e possa estar colaborando com agente.</p>
<p><a title="Hosts Gratuitos" href="http://www.free-webhosts.com/webhosting-01.php">www.free-webhosts.com/webhosting-01.php</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.rogeriogarcia.com/2009/php/hospedagem-gratis-php-mysql.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

